segunda-feira, 30 de junho de 2014

Os Indiana Jones da vida real


Alguns professores, acadêmicos e pesquisadores são tão apaixonados e dedicados que não se contentam em estudar assuntos fascinantes de seus laboratórios; tornam-se intrépidos exploradores em campo.
Aventuras como enfrentar naufrágios, lutar contra ursos polares e anacondas e descobrir artefatos antigos fazem parte do currículo destes 11 incríveis Indiana Jones da vida real. Confira:

11. Hiram Bingham III


Hiram Bingham III nasceu em Honolulu, no Havaí, em 1875. Quando adolescente, se mudou para Massachusetts para continuar a sua educação. Ele ganhou um diploma da Universidade de Yale (EUA) em 1898, dois anos depois atingindo outro grau na Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA). Em 1905, recebeu seu doutorado pela Universidade de Harvard (EUA).
Em 1907, Bingham começou a ensinar história sul-americana na Universidade de Yale. No ano seguinte, voltando para casa de Santiago, no Chile, onde participou do Primeiro Congresso Científico Pan-Americano, Bingham resolveu percorrer o Peru. Enquanto estava lá, ficou fascinado com as ruínas incas, e se envolveu em várias expedições para aprender mais. Durante uma dessas viagens, em 1911, agricultores levaram Bingham ao local de Machu Picchu. Embora moradores locais (e, possivelmente, um casal de estrangeiros) já houvessem visitado as ruínas, Bingham é creditado com a sua redescoberta.
Graças ao apoio da National Geographic Society e da Universidade de Yale, Bingham e outros exploradores fizeram novas viagens para Machu Picchu para estudar o local e recuperar artefatos – e uma nova maravilha mundial ficou à disposição de turistas embasbacados com o que os povos antigos podiam fazer.

10. Farish Jenkins


Conhecido por sempre carregar um rifle e uma garrafa de vodca, o paleontólogo Farish Jenkins estudou geologia na Universidade de Princeton (EUA) antes de fazer mestrado e doutorado em Yale. Ele ainda encontrou tempo para ser um fuzileiro naval, onde alcançou o posto de capitão.
Jenkins começou a lecionar na Universidade de Columbia (EUA) em 1968, e em 1971 mudou-se para Harvard. Lá, era conhecido por sua excentricidade, palestras animadas e técnicas de ensino imaginativas. Com sua mistura de talento acadêmico e coragem, não é de admirar que seus alunos o apelidaram de Indiana Jones da vida real.
O trabalho de campo de Jenkins o levou a Groenlândia e ao Ártico no Canadá, onde ele teve vários encontros com ursos polares. Antes disso, enquanto na África, ele escapou por pouco de ser atropelado por um rinoceronte preto. Quanto ao avanço do conhecimento humano, Jenkins fez várias grandes descobertas de fósseis, incluindo um dos mais antigos sapos conhecidos no mundo e um peixe com barbatanas que lembram pernas.

9. William Montgomery McGovern


William Montgomery McGovern é aventureiro desde tenra idade. Nascido em Nova York, McGovern passou muitos de seus primeiros anos na Ásia, alc
ançando grau de divindade em um mosteiro budista no Japão aos 20 anos. Em 1922, foi apedrejado até quase a morte no Tibet. McGovern escreveu um livro sobre a experiência. Mais tarde, viajou para a Amazônia e para os Andes. Enquanto estava lá, participou de rituais tribais, comeu macacos e lagartas, e lutou contra uma anaconda de 8,5 metros que atacou seu barco. Naturalmente, essas aventuras foram também registradas em um livro.
Em 1929, McGovern começou a ensinar na Universidade de Northwestern (EUA). Entre 1937 a 1938, ele teve tempo de trabalhar como correspondente na Guerra Sino-Japonesa. Seu estilo de ensino incomum, histórias fascinantes e rico de conhecimento lhe asseguraram classes sempre lotadas. McGovern tem publicações científicas que variam da cultura asiática a filosofia política. No entanto, seu estilo de vida emocionante e explorações ousadas são o que lhe renderam o apelido de Indiana Jones da Northwestern.

8. Tudor Parfitt


Tudor Parfitt estudou árabe e hebraico na Universidade de Oxford (Inglaterra) e recebeu seu doutorado em história judaica e relações judaico-muçulmanos na Palestina da mesma instituição. Em 1972, tornou-se professor na Universidade de Toronto (Canadá). Ao longo da década de 1980 e 1990, seus estudos o levaram a África e a Ásia, e foi na África do Sul que se deparou com um mistério muito intrigante: Parfitt descobriu que uma tribo conhecida como Lemba alegava ter antigas origens judaicas. Embora inicialmente cético, Parfitt ficou fascinado com as tradições de Lemba – que pareciam ligá-los com o Oriente Médio – e partiu em uma missão para descobrir de onde eles tinham vindo: um lugar que suas tradições orais simplesmente chamavam de “Sena”.
A jornada de Parfitt foi do sudeste da África ao sul da Arábia, onde ele encontrou um vale no Iêmen que parecia se encaixar com todas as pistas que ele havia coletado – e que, aliás, se chama “Sena” hoje. Talvez ainda mais incrível seja o fato de que a missão de Parfitt o tenha colocado na trilha da Arca Perdida da Aliança, bem como o próprio Indiana Jones.

7. James Henry Breasted


Desde 1894, o historiador e arqueólogo James Henry Breasted trabalhou na Universidade de Chicago (EUA), onde tornou-se professor em 1905. Seus estudos focavam em egiptologia e história oriental. Ainda assim, o ensino por si só não foi suficiente para este homem. Em maio de 1919, Breasted fundou a Universidade do Instituto Oriental de Chicago, e em agosto do mesmo ano, fez uma emocionante expedição de 11 meses através do Egito e das áreas agora conhecidas como Iraque, Israel, Líbano e Síria.
Durante sua jornada, Breasted andou de avião biplano, barco, vagões puxados por cavalos e carro (Modelo T da Ford). À procura de ruínas, ele encontrou guerreiros árabes armados, além de ter conhecido o Rei Faisal de Damasco e escavado e recolhido artefatos de vários cantos do mundo.
De acordo com Gil Stein, diretor do Instituto Oriental, a pesquisa realizada nos locais identificados durante a viagem de Breasted ajudou a fazer do instituto um dos principais centros mundiais de arqueologia do Oriente Médio. Além do mais, há quem acredite que as explorações de Breasted inspiraram a caracterização de Indiana Jones.

6. Ada Rogato


Ada Leda Rogato nasceu em São Paulo em 22 de dezembro de 1910 e foi uma pioneira da aviação no Brasil, tendo falecido em 1986. Foi a primeira mulher a obter licença como paraquedista, a primeira volovelista (piloto de planador) e a terceira a se brevetar em avião (1935). Também se destacou por suas acrobacias aéreas e foi a primeira piloto agrícola do país.
Ao contrário de outras grandes aviadoras, Ada voava em aeronaves de pequeno porte sempre sozinha, e ganhou fama internacional pela ousadia cada vez maior de suas proezas. Entre os muitos feitos notáveis de Ada, ela foi a primeira piloto brasileira a atravessar os Andes; a única aviadora do mundo até 1951 a cobrir uma extensão de 51.064 km em voo solitário pelas três Américas, chegando até o Alasca; o primeiro piloto, homem ou mulher, a cruzar a selva amazônica – o temido “inferno verde” – em um pequeno avião, sem rádio, em voo solitário, apenas com uma bússola (1956); a primeira aviadora a chegar sozinha à Terra do Fogo, no extremo sul do nosso continente (1960); e a primeira mulher do mundo a saltar de paraquedas de um helicóptero.

5. Jaime Awe


Jaime Awe ganhou seu bacharelado e mestrado em antropologia pela Universidade Trent do Canadá, antes de ganhar seu doutorado em arqueologia pela Universidade de Londres, na Inglaterra. Hoje em dia, ele pode ser encontrado em cavernas escuras, correndo risco de pegar doenças decorrentes da exposição continuada a fezes de morcego – para Awe, um pequeno preço a pagar por sua paixão.
Ele atualmente ocupa o cargo de diretor do Instituto de Arqueologia de Belize. Passou mais de duas décadas pesquisando arqueologia maia e realizou estudos em profundidade nas cavernas em Belize. Elas eram consideradas sagradas pelos antigos maias e utilizadas para a realização de rituais e cerimônias – até mesmo sacrifícios humanos. Em uma caverna, conhecida como Actun Tunichil Muknal (“Caverna do Cristal Sepulcro”), ossos de 14 vítimas de sacrifício foram encontradas uma única câmara. Um dos esqueletos, de uma mulher jovem, estava tão calcificado que refletia a luz como um cristal.
Curiosamente, Awe entrou com uma ação judicial após o lançamento do filme “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”. Aparentemente, o crânio do filme carrega uma semelhança impressionante a um artefato de Belize que teria sido roubado quase um século atrás. Há reivindicações de que os estúdios de cinema estejam lucrando com uma relíquia valiosa sem distribuir qualquer receita para o país de Belize.
Este professor de arqueologia liderou equipes de escavação, publicou vários artigos sobre suas descobertas e lecionou em universidades dos EUA, Canadá e Reino Unido.

4. Langdon Warner


O historiador de arte e professor de Harvard Langdon Warner pode muito bem ser um dos indivíduos em que o personagem Indiana Jones de Steven Spielberg é baseado. Warner levou sua paixão pela aprendizagem para a estrada, e em 1924 viajou até as Grutas de Mogao, na província chinesa de Tun-huang. Essas cavernas continham murais históricos da dinastia Tang, e Warner acreditava que soldados russos estavam vandalizando os locais. Para preservar as obras de arte, Warner se dispôs a comprá-las dos habitantes locais e as removeu das cavernas usando cola, tecido e gesso de Paris.
Um total de 26 afrescos foi retirado e alojado em museus de arte da Universidade de Harvard. Hoje, é de conhecimento comum que Warner fez mais do que muitos para colocar a arte do Extremo Oriente nos currículos universitários e coleções públicas e privadas do mundo todo.

3. Thomas Edward Lawrence


Thomas Edward Lawrence (T. E. Lawrence), mais conhecido como Lawrence da Arábia, estudou história na inglesa Universidade de Oxford, graduando-se em 1910. Sua tese foi baseada em uma pesquisa de três meses na qual ele percorreu 1.600 km a pé na Síria. Depois de se formar, Lawrence assumiu uma pesquisa de pós-graduação em cerâmica medieval, mas quando surgiu a oportunidade de se tornar um arqueólogo, ele aproveitou a chance.
Os passeios arqueológicos de Lawrence o levaram por todo o Império Otomano através do que é agora a Síria, Iraque, Jordânia e Palestina. Devido a isso, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, fez todo o sentido que ele se tornasse um agente de inteligência. Ele cumpriu bem sua parte e foi chave na revolta árabe – até o ponto onde os turcos otomanos estabeleceram uma recompensa de £ 15.000 (R$ 51.510) por sua cabeça. Lawrence sobreviveu, e foi condecorado com a patente de coronel por suas realizações durante a guerra. Após o conflito, ele começou a escrever seu famoso livro “Sete Pilares da Sabedoria” e aceitou uma posição de pesquisador na Universidade de Oxford.

2. Jim Patton


O biólogo evolucionário e mamologista americano Jim Patton recebeu seu diploma de bacharel em antropologia pela Universidade de Arizona (EUA) em 1963. Em 1969, ele havia feito mestrado e doutorado em Zoologia pela mesma instituição. Hoje, Patton tem seis espécies e um gênero nomeados em homenagem a ele, e já publicou quase 200 artigos acadêmicos.
Esse professor intrépido e curador do Museu de Zoologia de Vertebrados da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) passou sua vida estudando pequenos mamíferos, coletando amostras nos EUA e pelo menos outros 14 países ao redor do mundo. Suas viagens o levaram a lugares tão distantes quanto Brasil, ilhas Galápagos, Venezuela, Camarões, Vietnã, Irã, Colômbia e Taiwan.
Patton já naufragou em cinco ocasiões distintas. Certa vez, em 1966, seu barco colidiu com rochas ao longo da costa ocidental do México. Ele ficou perdido por cerca de 10 dias e teve de comer ratos para sobreviver. “Eles têm muita proteína”, explicou Patton. Outra vez, ele e outros 12 ficaram presos no Oceano Pacífico em um bote salva-vidas após seu barco queimar até as cinzas em rota para a Costa Rica. Felizmente, todos foram resgatados logo depois. “Ele é uma espécie de semideus na mamologia brasileira”, diz o atual diretor do museu Craig Moritz, mas, “faça o que fizer, não entre em um barco com ele”.

1. Roy Chapman Andrews


Roy Chapman Andrews começou a se aventurar em 1906, quando trabalhava como faxineiro no Museu Americano de História Natural. Ele não limpou pisos por muito tempo – combinou trabalho com estudo e obteve o grau de mestre em mamologia na Universidade de Columbia (EUA). Em seguida, embarcou em uma série de viagens épicas, para lugares tão distantes como a Mongólia e além. Entre 1909 e 1910, coletou cobras e lagartos das Índias Orientais, e em 1913 filmou focas durante uma viagem ao Ártico. Em seguida, na década de 1920, descobriu fósseis e ossos de dinossauro durante quatro excursões ao deserto de Gobi, na China.
Em suas viagens, Andrews descobriu diversas espécies previamente desconhecidas de dinossauros e restos fossilizados de mamíferos que viveram ao lado desses répteis pré-históricos. Andrews e sua equipe também foram os primeiros exploradores a descobrir ninhos de dinossauros. Além disso, ele mesmo escreveu uma série de livros para crianças, que inspiraram toda uma nova geração de paleontólogos.
Andrews também parece ter ostentado um chapéu muito elegante, como o próprio Indiana Jones.
Andrews também parece ter ostentado um chapéu muito elegante, como o próprio Indiana Jones.


domingo, 29 de junho de 2014

Hotel voador



Futurista. Exclusivo. Silencioso. Um hotel de luxo nas alturas, idealizado pela mente brilhante do designer francês Jean-Marie Massaud, num projeto pra lá de ambicioso, junto com o Centro de Pesquisa Aeroespacial Francês. Batizado de Manned Cloud, o hotel, instalado num balão dirigível em forma de baleia branca, tem capacidade para hospedar até 40 pessoas, oferece um restaurante cinco estrelas, biblioteca, academia de ginástica e Spa, além das confortáveis e luxuosas suítes. É uma proposta alternativa de conhecer o mundo, alcançando áreas inacessíveis e super interessantes. A um custo de 15 bilhões de dólares, o hotel voador deve ficar pronto até 2020. Fazer uma viagem ao redor do mundo vislumbrando cenários inesquecíveis da natureza é uma questão de dias!!





sábado, 28 de junho de 2014

Massagens bizarras

Massagem – aquele momento relaxante em que você esquece do mundo, deitado em uma maca confortável, sendo tocado por mãos habilidosas. Ou cobras. Ou cactos. Ou facas…

10. Massagem com cactos


Sei o que você está pensando – uma massagem com cacto deve doer! No entanto, de acordo com o Four Seasons Resort, em Punta Mita, no México, a massagem não causa nenhuma dor, já que as pontas afiadas dos cactos são removidas. O objetivo da sessão é hidratar a pele. Por US$ 250 (mais de R$ 500), você pode ter seu corpo coberto por uma mistura quente feita de cacto, flor do cacto, pulque e tequila. Seria isso para hidratar a pele ou o estômago?

9. Massagem com cócegas


Cócegas não nos fazem relaxar, certo? Não é o que pensa o CosquilleArteSpa, em Madrid, Espanha. Lá, eles usam técnicas de cócegas delicada para aliviar o estresse dos clientes. Os massagistas passam suavemente suas mãos e penas leves nas costas e outras áreas das pessoas, ajustando seus toques de acordo com o nível de cócegas de cada uma. No começo, as pessoas se contorcem, mas depois ficam relaxados. O CosquilleArte é ideia de Isabel Aires, um especialista em relações públicas que percebeu que não havia um serviço parecido disponível, e decidiu abrir o primeiro spa de cócegas do mundo. Uma sessão de 30 minutos custa € 25, e a de uma hora, € 45 (cerca de R$ 77 a R$ 140, respectivamente).

8. Massagem com elefante


Se você está se sentindo um pouco tenso na região lombar, o massagista perfeito para você é um elefante. Os oferecedores do tratamento garantem que ele não vai te esmagar (embora eu não saiba como alguém pode garantir isso). O animal de três toneladas é supostamente treinado para pressionar levemente o pé nas costas de seu “cliente”. O treinador do elefante recebe massagens todos os dias em um parque turístico em Chiang Mai, na Tailândia. Membros do público também podem se voluntariar para receber o carinho.
Não consegue aliviar sua dor nas costas? Tente massagem

7. Massagem na gôndola


A cidade mais romântica do mundo é também a casa de spa diferente e super-romântico. No Casanova Spa do Hotel Cipriani em Veneza, Itália, ao se cansar dos pontos turísticos da cidade, os hóspedes podem curtir uma massagem na gôndola, realizada em um recanto privado das lagoas sedutoras de Veneza. Para proteger a sua pele, esta massagem ao ar livre é dada com um óleo especial com proteção de filtro solar.

6. Massagem com ovos para bebês


Nesta foto, um pai está fazendo uma massagem na cabeça de seu bebê com ovos, depois de um corte de cabelo em Hefei, na província de Anhui, na China. Segundo a crença tradicional chinesa, cortar o cabelo no segundo dia do segundo mês lunar chinês traz boa sorte. Não encontramos muita informação sobre por que as massagens com ovos também são feitas – mas são estranhas, não?

5. Massagem com tapas


A revolução das bofetadas está sendo liderada por Mawin e Tata New World Series (nomes verdadeiros, por incrível que pareça), que são dois dos apenas dez profissionais licenciados na arte chamada “tapa na cara tailandês”, também conhecida como “massagem boxeadora” e “tapa na cara natural”. É um tratamento de beleza baseado na terapia do tapa, e promete apagar rugas, afinar o rosto e reverter os sinais de envelhecimento. Tem menos de 100 anos e foi inventado pela avó do professor de Mawin e Tata, que prometeu ensinar os segredos desta terapia a apenas dez seres humanos na Terra antes de morrer. Eles nem sabem quem são os outros “estapeadores” licenciados. Mawin e Tata são as duas únicas pessoas fora da Tailândia que conhecem a arte do tapa na cara terapêutico, e atendem em San Francisco, nos EUA.

4. Massagem com caracóis


Spas na Rússia, Japão e Reino Unido geralmente possuem essas massagens faciais que usam caracóis. Segundo os defensores deste tipo de massagem, ela ajuda na regeneração da pele, eliminando rugas, cicatrizes e vestígios de marcas de queimadura. O tratamento envolve três criaturinhas deslizando para cima e para baixo em seu rosto e deixando para trás sua “meleca”, o que supostamente pode revigorar a pele danificada.

3. Massagem com facas


Massagens com faca existem há mais de 2.000 anos. Originadas na China, hoje você pode encontrar tratamentos parecidos em Taiwan, como este em que o corpo do cliente é “massageado” com uma lâmina afiada de 25 centímetros. O objetivo da sessão é liberar a energia armazenada do corpo, aumentar o fluxo de sangue e lavar toxinas prejudiciais. O custo de cada massagem, que dura cerca de 10 minutos, é de aproximadamente US$ 3,30 (R$ 7,50).

2. Massagem com cobras


Turistas do Cebu City Zoo, nas Filipinas, podem receber massagens de quatro pítons birmanesas gigantes, que pesam 250 kg juntas. Em uma cama de bambu, as cobras deslizam através dos corajosos o suficiente para se sentir confortáveis com isso. As pítons, que se chamam Michelle, Walter, EJ e Daniel, recebem cerca de 10 galinhas cada uma antes das massagens começarem, para conter qualquer desejo por comida que possam ter. O movimento das cobras deslizando no corpo dos clientes durante as sessões de 10 a 15 minutos é descrito como terapêutico e calmante (não seria aterrorizante e estressante?).

1. Massagem com fogo


Acender alguém em chamas não é sempre uma coisa ruim. Aparentemente, o “tratamento de fogo” é muito popular durante os meses de inverno em hospitais chineses tradicionais. As pessoas acreditam que a “massagem” previne doenças como a gripe e o resfriado comum. Um pedaço de pano é polvilhado com uma substância inflamável, provavelmente álcool e, em seguida, incendiado em cima da pessoa. É apagado com outro pano. O tratamento não é doloroso, e é divulgado como uma ótima maneira de perder peso.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Vampiros da vida real



VLAD III
(1431-1476)


Nascido na região da transilvânia, o príncipe Vlad III foi um guerreiro implacável. Na defesa do seu reino ele matou mais de 40 mil inimigos boa parte foi empalada viva! Ele introduzia uma estaca no ânus da pessoa ainda viva, transpassandoaté o tórax. Por isso, ele recebeu o sobrenome de Drácula (filho do dragão). Foi ele que inspirou o BramStoker a criar o personagem doCondre Drácula.

ELIZABETH BÁRTHORY
(1560-1614)


Ela nasceu na Eslováquia, a condesa Bárthory era louca por sangue. Após a morte do marido, ela ficou maluca e passou a se banhar com sangue de jovens virgens para preservar sua juventude.
Muitas vezes as vítimas eram espancadas e jogadas nuas na neve para
congelar até a morte. Estima-se que ela sacrificou mais de 600 pessoas
até ser condenada à prisão perpétua em 1610. Essa história até inspirou
um filme: “A Condessa Drácula” em 1971.

TRACEY WIGGINTON
(1991-…)


Essa australiana entrou para a história por ter matado um homem para beber
seu sangue. O assassinato foi parte de um ritual satânico com a
participação de outras três mulheres. Ela foi a autora das 27 facadas
que tiraram a vida de Baldock (o cara que elas beberam o sangue todo). Tracey admitiu que cometeu o crime para saciar sua sede sanguinolenta. Esse caso ocorreu em 1991, quando a vampira foi condenada a prisão perpétua ela tinha 25 anos.

PETER PLOGOJOWITZ
( 1666-1728)


ano terminava em 666. Esse caso foi um dos primeiros casos de
vampirismo documentados. Rolou em um pequeno vilarejo na Sérvia. Segundo
relatos, após sua morte, Peter apareceu para o filho pedindo comida. Espantado, o seu filho negou o pedido e alguns dias depois o menino apareceu morto. Depois desse fato, no mesmo vilarejo, várias pessoas morreram com sinais de perda de sangue. Quando o corpo de Peter foi exumado, os olhos estavam abertos e tinha sangue fresquinho na boca. Até um jornal local relatou esse caso. Bastou isso para se crer que ele era um vampiro. Uma estaca foi cravada no seu peito e seu corpo foi queimado. Depois disso, não houve mais mortes por essa causa na região.

HENRI BLOT
(1886-?)


No dia 25 de março de 1886, o francês Henri Blot foi ao cemiterio de sua cidade e violou o corpo de uma bailarina, morta no dia anterior.
Três meses depois, fez sexo com um cadáver de outra jovem morta e bebeu
seu sangue. Só que o maluco acabou dormindo ao lado da sepultura da
menina e foi preso na manhã seguinte. Durante o julgamento, ele afirmou
que precisava de sangue para viver. Foi condenado a apenas 2 anos de
prisão por violação de sepultura e depois de cumprir a pena ele sumiu,
sem deixar vestígios.

JOHN GEORGE HAIG
(o Vampiro de Londres)


A biografia desse inglês é tão assustadora que ele ganhou até estátua no Museu de Cera de Madame.
A coisa já começou na infância, quando ele mutilava os próprios dedos
para beber o sangue. Aos 40 anos, foi condenado à forca por ter assassinado cruelmente nove pessoas. Ele cortava o pescoço das vítimas, bebia o sangue todo e derretia seus corpos numa tina de ácido. Na hora de sua execução, em 1949, ele gritou: “Deus, salve meu filho da maldição do Drácula!“. Bizarro hein?

ARNOLD PAOLO
(cerca de 1726)


Logo após voltar de uma batalha, este soldado sérvio que era um bom homem, jurou ter sido atacado por uma criatura estranha com dentes afiados.
Ninguém deu trela para a história, e depois de um tempo Paolo morreu. Só que, um mês após a sua morte, surgiram vários relatos de que ele estaria atacando pessoas à noite. Os camponeses foram até a sua tumba – e para a surpresa de todos – o seu corpo estava intacto, com sangue escorrendo no nariz e na boca. Na mesmo hora, espetaram uma estaca em seu coração, jogaram sal e queimaram seu corpo. Depois não houve nenhum relato de acontecimentos estranhos na região.


RICHARD TRETON CHASE
(1950 a 1980)


Esse maluco pensava que o seu sangue estava envenenado e passou a matar coelhos, cães e vacas para beber “sangue limpo”. Logo passou também a tomar sangue humano. Foi às ruas e esquartejou seis pessoas em um mês. Após esquartejá-las ele bebia o sangue das vítimas e guardava partes dos
corpos no congelador para comer depois. Esse cara bizarro foi preso e
condenado à morte na câmara de gás. Mas ele se matou bem antes, com uma overdose de antidepressivos.

PETER KÜRTEN
(O Vampiro Alemão)


Esse serial killer sentia um enorme prazer quando via o sangue jorrando do corpo das vítimas, geralmente crianças. Ele estuprava e esfaqueava até atingir o orgasmo. Portador de uma patologia denominada hematomania, também costumava beber o sangue de suas vítimas. Depois de vários assassinatos, foi preso e condenado à morte por decaptação, aos 48 anos. Sua história serviu de inspiração para o diretor Fritz fazer o filme M.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Casos reais de exorcismo



O termo “exorcismo” designa o ritual executado por uma pessoa devidamente autorizada a expulsar espíritos malignos (ou demônios) de outra pessoa que acredite estar num estado de possessão demoníaca. Muito comum nas ficções, o exorcismo é um ritual que existe de verdade, porém raro, pois depende da aprovação do Vaticano para ser realizado. Alguns casos repercutiram mundo afora e trazem histórias extremamente assustadoras. Conheça cinco dos mais famosos:

5. George Lutkins
Ano: 1778
Local: Vila de Yatton, Inglaterra


A vida de George, um alfaiate, começou a mudar quando o seu vizinho, que era um pastor local, começou a ouvir vozes vindas de sua casa. Algumas vezes, chegou a ouvir músicas estranhas sendo cantada por vozes que não eram a de George.

O homem chegou a ser examinado por médicos, sem resultados visíveis. Quando questionado, o próprio costureiro afirmou estar possuído por sete demônios diferentes, e que seria preciso realizar sete rituais de exorcismo. Durante suas possessões, ele fazia vozes estranhas e tinha comportamento violento.

Após um ritual de exorcismo, George foi curado e passou a viver uma vida tranquila.

4. Michael Taylor
Ano: 1974
Local: Ossett, Inglaterra


O inglês Michael Taylor era um membro de um grupo local da Irmandade Cristã. Em 1974, Taylor começou a se comportar estranhamente com a líder do grupo, Marie Robinson. Ele era agressivo e, muitas vezes, demonstrava raiva sem motivo aparente. À medida que os meses foram passando, Taylor finalmente admitiu que sentia o diabo dentro dele.

O vigário local interveio e decidiu realizar um exorcismo em Taylor. A sessão durou a noite toda e parecia caminhar para um sucesso, com um total de 40 demônios expulsos. Mas, infelizmente, a história não termina aí: Taylor não acreditava mais que estava possuído, mas dizia que sua esposa de 29 anos estava.

Na mesma noite de seu exorcismo, ele a assassinou brutalmente, arrancando seus olhos e língua. Então, correu pelado pelas ruas, coberto de sangue e gritando: “É o sangue de Satanás”. Taylor foi absolvido do assassinato por razões de insanidade, mas condenado a passar dois anos em Broadmoor, um hospital psiquiátrico de segurança máxima.

3. Clara Germana Cele
Ano: 1906
Local: África do Sul


Clara Germana Cele fez um pacto com Satã em 1906, o que fez com que fosse possuída por demônios. A jovem sul-africana contou sobre o acordo a um padre durante uma confissão.

Quando estava possuída, ela falava línguas que não conhecia e gritava de uma forma que assustava todos os que presenciaram. Sua voz não parecia de nenhuma pessoa ou animal conhecido. Pessoas que estavam presentes afirmaram ter visto a moça levitar vertical e horizontalmente.

O ritual de exorcismo realizado por dois padres não foi nada tranquilo. Ela estava muito violenta, tanto que tomou a Bíblia da mão de um deles e tentou fazê-lo engolir o livro. O ritual foi considerado um sucesso e o demônio foi supostamente expulso do corpo de Clara.

2. Anneliese Michel
Ano: 1975-1976
Local: Leiblfing, Alemanha


Criada em uma família católica, Anneliese acreditava que era amaldiçoada pelo fato de ouvir vozes. Em 1973, quando já se encontrava em depressão e pensava em suicídio, seu comportamento começou a se tornar mais bizarro. Ela rasgava suas roupas, comia carvão e chegou a lamber sua própria urina.

Anneliese foi tratada em um hospital psiquiátrico que não conseguiu melhorar a sua condição. A jovem tornou-se intolerante a lugares e objetos sagrados, como crucifixos. Anneliese foi submetida a 67 sessões de exorcismo que se seguiram, numa frequência de uma ou duas por semana, e se prolongaram inicialmente por cerca de nove meses, durante os quais ela, muitas vezes, tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada.

Após um sonho com a Virgem Maria, Anneliese previu a data de sua morte: 1º de julho de 1976. E, exatamente nessa data, ela morreu enquanto dormia. O caso serviu como inspiração para o filme O Exorcismo de Emily Rose.

1. Robbie Mannheim
Ano: 1949
Local: Mt. Rainier, EUA


O filme O Exorcista, considerado por muitos o melhor filme de terror, foi baseado na história de Robbie Manheim. Pouco se sabe sobre a veracidade dos relatos, mas isso não faz com que a história se torne menos assustadora…

Robbie era um menino de 13 anos muito apegado a sua Tia Harriet, que tinha em casa uma tábua de Ouija, equipamento utilizado para contatar os mortos. Foi a partir de 1949 que as coisas começaram a ficar estranhas: primeiro, sons de goteiras que não tinham origem começaram a ser ouvidos na casa de Robbie. Mais tarde, esse barulho cessou, mas outros surgiram, como batidas e arranhadas, que os pais de Robbie atribuíram a ratos. Mas, apesar de uma longa busca, o pai de Robbie não conseguiu encontrar nenhum roedor na casa.

11 dias após o acontecimento, a tia de Robbie faleceu, deixando o menino em um estado desolador. Os pesquisadores do assunto alegam que o garoto tentou usar seu tabuleiro Ouija para falar com a sua tia e, talvez, isso tenha levado à possessão. Nos dias posteriores, a família passou a ser alvo de atividades paranormais de poltergeist, com móveis e artefatos se movendo sozinhos sem nenhuma explicação.

O quadro de Robbie só piorou e foi então que sua família procurou o reverendo Luther Miles Schluze, que passou uma noite na casa para examinar seu caso. Durante aquela noite, o reverendo percebeu que vários objetos se moveram pelo quarto enquanto Robbie dormia. Ele foi levado ao reverendo William S. Bowdernm, que passou dois meses tratando o garoto em uma terapia que incluiu 30 rituais de exorcismo, o que o devolveu à normalidade.


terça-feira, 24 de junho de 2014

Os maiores assassinos da história


Desde que os seres humanos começaram a existir, começaram também a existir os assassinatos, sendo que alguns deles se tornaram verdadeiras lendas.

Chester Wheeler Campbell


Chester se criou nos subúrbios de Detroit, onde o crime era algo normal e corriqueiro. Ainda muito jovem, ele começou a se envolver com a Máfia Italiana e os traficantes negros locais.

Durante anos, a lenda do "Mão Negra” colocava medo na polícia e nos criminosos. A primeira prisão, após ter se tornado uma lenda na cidade, ocorreu em 1975, quando foi pego em uma perseguição. Seu carro carregava diversas armas, drogas e um caderno com mais de 300 nomes, muitos deles haviam sido mortos brutalmente nos últimos anos.

Chester nunca confessou, porém muitos que tinham o nome em seu caderninho haviam sido mortos por ele. Seus métodos incluíam assassinato a sangue frio, bombas e manipulação. Usando sua inteligência acima da média, Chester criava artimanhas e armadilhas de todos os tipos, sendo capaz de colocar dois inimigos em pé de guerra para que eles se matassem.

Ao contrário da maior parte dos bandidos, Chester era um homem requintado e estudioso. Sua biblioteca pessoal tinha centenas de livros e conta-se que ele lia diariamente. Além disso, Chester usava as melhores roupas, bebia vinhos finos e seus chapéus, sua marca registrada, eram feitos pelos melhores chapeleiros dos EUA.

Após ter sido preso, a casa de Chester foi revistada, revelando um arsenal gigantesco e ferramentas de espionagem que só a CIA tinha acesso. Microfones capazes de captar sons distantes, câmeras de vídeo, ferramentas para realizar grampos telefônicos... Enfim, ele tinha material para abrir sua própria Agência de Inteligência.

Mesmo dentro da cadeia durante quase 10 anos, sua reputação nunca diminuiu. Após sua saída em 1984, ele voltou ao trabalho e, segundo o que os policiais falam, mais de duas dezenas de pessoas foram mortas em apenas três anos pelo "Mão Negra”.

Para o azar do mundo do crime, em 1987, Chester foi preso definitivamente e viveu atrás das grades até 2001. Sua prisão, de novo realizada por porte ilegal de armas e drogas, fez com que ele tivesse uma pena mais pesada, devido à reincidência. O engraçado é que mesmo a polícia sabendo dos diversos assassinatos feito por ele, ninguém conseguiu pegá-lo por causa disso.

A verdade sobre Chester é obscura, pois ele jamais foi condenado por todos os assassinatos que cometeu e ninguém sabe exatamente qual o número de mortes que o "Mão Negra” realizou.

Sam DeStefano


DeStefano nasceu em Illinois e ainda muito jovem começou a criar problemas. Em 1927, com 18 anos, o americano com sangue italiano foi acusado de participar do estupro de uma menina de 17 anos. Sua sorte foi que a polícia chegou ao local antes que ele pudesse de fato participar do ato, por isso foi condenado a apenas 3 anos de prisão.

A partir daí, sua vida foi uma sucessão de prisões e solturas. Mas em 1960, ele encontrou um ramo de negócios que lhe permitiu mostrar sua verdadeira face. Fazendo empréstimos com juros de 20% por semana, DeStefano dava dinheiro a qualquer pessoa que pedisse, mas nunca esquecia de cobrar.

Para que seu trabalho de cobrança pudesse ser bem realizado, ele construiu uma câmara a prova de som no subsolo de sua casa. Ali, o inferno dos devedores foi criado.

Um dos casos mais famosos de Sam, também conhecido como “Mad Sam”, foi a tortura de Leo Foreman, que, após implorar por sua vida, acabou ganhando uma dose de "misericórdia". Primeiro, Sam deu um tiro em cada nádega de Leo, mas isso foi só o começo. Em seguida, auxiliado por seus capangas, Mad Sam começou a cortar lascas de carne do devedor. Durante horas essa tortura sanguinária continuou, até que toda a carne do homem foi arrancada do corpo.

Outro caso foi o de Peter Cappelletti. Após três dias sendo torturado de todas as maneiras imagináveis e ter boa parte de seu corpo queimado, Peter foi levado para a parte de trás de um restaurante da máfia.

Em quanto isso, Sam jantava com a família da vítima. Peter, sofrendo com as dores causadas pelas queimaduras, implorava por água nos ferimentos. Atendendo ao pedido do coitado, Sam mandou que seus capangas trouxessem a sobremesa.

No meio do jantar, Peter, amarrado e queimado, foi jogado em cima da mesa onde sua família comia. Todos ficaram apavorados, porém Sam tinha dito a Peter que ia providenciar água para seus ferimentos e sua palavra ia ser cumprida.

Apontando a arma para a cabeça dos familiares, Sam fez com que todos subissem na mesa e mijassem em cima homem, afinal ele queria água para seus ferimentos! No dia seguinte, a dívida foi paga…

Certa vez, Sam estava andando pelas ruas de Chicago e viu um negro na calçada. Sem pensar duas vezes, sequestrou o homem e o levou para casa. Em seguida, forçou o negro a ter relações sexuais com sua própria esposa. Com medo de ser acusado de estupro, o homem negro foi até a delegacia após o acontecimento e relatou tudo a polícia, mas nada foi feito.

DeStefano morreu em uma garagem, após ter sido traído por seus sócios. O crime de sua morte nunca foi investigado.

Até hoje, ninguém sabe quantas pessoas foram mortas e torturadas na câmara a prova de som, porém os números dados pelos boatos passam das 50 mortes, apenas ali dentro.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Os anjos de Mons: o misterioso exército de fantasmas



Um mês após a dura batalha de Mons, na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi publicada no “Evening news”, de Londres, uma notícia que causou tremenda sensação na época e provocou uma controvérsia que ainda dura até os dias de hoje. A notícia, escrita pelo jornalista Arthur Machen, referia como uma pequena força expedicionária britânica, numa desproporção numérica de três para um para o exército alemão, fora aparentemente salva por reforços celestiais. Os anjos de Mons surgiram repentinamente entre os ingleses e os alemães, que se defrontavam nessa batalha. De acordo com a notícia, os alemães recuaram confusos e medrosos.


A batalha foi travada em 26 de agosto de 1914, e quando a notícia foi publicada, entre setembro e outubro, a maioria dos sobreviventes ainda se encontrava na França. No mês de maio de 1915, a filha de um pastor em Bristol publicou na revistinha da paróquia o que dizia ser a confissão de um oficial britânico, sob juramento. Nela, o homem declarava que, quando a sua companhia se retirava de Mons, fora perseguida por uma unidade da cavalaria alemã; o oficial procurou um lugar para os britânicos se abrigarem, mas os alemães os alcançaram.

Esperando uma morte certa, os ingleses voltaram-se e viram, então, para seu espanto, uma companhia de anjos entre eles e os inimigos. Os cavalos alemães, extremamente assustados, fugiram para lados diferentes enquanto os soldados berravam de medo. O capelão do exército, reverendo Chavasse, declarou ter ouvido a mesma história de três soldados que participaram dos pelotões que ficaram próximos a Mons.

Ainda de acordo com o relato dessa revistinha paroquial, o exército celestial escoltou os ingleses por cerca de meia hora até desaparecer tão misteriosamente como havia aparecido. Do lado alemão surgiu a notícia de que os combatentes germânicos haviam recusado a atacar em determinado ponto onde as linhas inglesas tinham sido cortadas, devido à presença de grande quantidade de tropas. Segundo os registros dos aliados, não havia nessa altura um único soldado inglês na área.


Um detalhe muito importante sobre os anjos de Mons é que nenhum deles foi divulgado em primeira mão através das próprias testemunhas do ocorrido. Sempre quiseram manter anonimato, com medo do deboche popular e do impedimento de promoção no exército. Nenhum nome é citado, sempre ficando no nível do incerto: um soldado, um general etc.

Anos depois, o jornalista autor da notícia reconheceu que tudo se passava por fantasia para tempos difíceis, pois ele queria que as pessoas acreditassem em Deus e na intervenção divina – naquela época já diziam que os alemães eram anticristos, e nem imaginavam que coisa pior pudesse vir: a Segunda Guerra, a partir de 1939. Machen terminou sua carreira escrevendo contos de ficção científica e suspense.

O mistério tornou-se, assim, mais intrigante. Apesar do desmentido, muitos soldados confirmaram boatos relacionados à batalha de Mons, e os investigadores do exército chegaram a acreditar que algo sobrenatural houvesse ocorrido lá. Será que eles realmente viram algo sobrenatural, ou apenas reproduziram uma história que lhes agradava?

Os anjos de Mons são personagens folclóricos britânicos e depois de 1915 foram lançados livros, filmes, novelas, documentários. Até mesmo uma ópera foi escrita para relembrar esse fato que mistura guerra e sobrenatural.



domingo, 22 de junho de 2014

As maiores coincidências da história



10. Uma mulher, andando com seu carro na rua, foi tentar desviar de um gato e acabou batendo num carro que vinha na mão oposta. Todos morrera: ela, o gato e as duas pessoas no outro veículo. A coincidência é que os ocupantes do outro automóvel eram pais de um namorado que ela teve oito atrás.

9. Um ator morreu em 30/12/55, quando ia para uma corrida, após desistir de levar seu Porsche 550 de caminhão. No próprio lugar onde aconteceu o acidente, uma outra morte aconteceu: o carro caiu no motorista que tinha ido tirá-lo de lá. Outros carros de corrida que receberam e utilizaram peças do 550 se envolveram em sérios acidentes, um deles mortal. E não foi aí que tudo acabou! Um homem que comprou o carro logo depois do ator morrer teve o carro roubado quando voltava de caminhão de uma exposição em 60.

8. Mais de 150 anos separam duas inglesas, mas suas biografias têm semelhanças incríveis! As duas estavam na casa dos 20 anos quando foram estupradas e estranguladas, na cidade de Erdington. Os dois atos aconteceram numa terça, 27/5 de 1817 e 1975. Além disso, na véspera, as duas passaram na casa de suas melhores amigas e puseram vestidos novos para irem dançar. Os dois suspetiso se chamavam Thornton e foram absolvidos nos dois casos.

7. Uma escritora ia em todos os sebos de Paris, quando encontrou um livro de histórias infantis do século 19. Ficou muito feliz, sendo que esse livro foi um dos que mais marcou sua infância em Colorado, EUA. Enquanto estava lendo o livro, seu marido viu na contracapa o nome e o endereço da esposa da época em que ela morava nos Estados Unidos, muitos anos e kms antes.

6. Um inglês morreu no dia 22/5/75, pouco depois de ter dado entrada num hospital, com fortes dores no peito. Seu irmão gêmeo, morreu no mesmo dia, com as mesmas circunstâncias! Tudo foi igual: as dores, a hora que começou o incômodo, a hora de entrada no hospital e a hora em que o coração parou de bater. Só o hospital não era o mesmo, tendo 130 km de distância um do outro.

5. O rei Humberto I ia jantar quando viu um cara igualzinho a ele, que era o dono do restaurante. Foi conversar com o sósia e viu que nasceram no mesmo dia, 14/4, e sua esposa e filho tinha o mesmo nome, Margherita e Vittorio. Um dia após esse encontro, o rei faleceu, justo quando ia dar os pêsames à mulher do sósia, que morrera de bala perdida.

4. Em 73, um ator ia fazer um filme, quando rodou a cidade de Londres atrás de um livro com o mesmo nome, não o achando. Quando esperava o metrô, viu o livro largado num banco! Começando as filmagens, o autor do livro foi ao set de filmagens, se lamentando pela perda de um exemplar "de estimação" com várias anotações na capital inglesa. Era o mesmo livro que o ator havia achado...

3. Em 1899, um ator estava trabalhando no Texas quando passou mal e faleceu. Como o Canadá era muito distante, enterraram-no por ali mesmo. No ano seguinte, um furacão passou pela área, destruindo seu túmulo. fazendo o caixão ir parar no mar. Com as correntes marítimas, o corpo percorreu 5500 kms em oito anos e chegou ao mesmo lugar onde o defunto havia nascido 67 anos antes, no Canadá, onde o caixão foi achado por pescadores. O "sortudo" foi enterrado pertinho da igreja onde tinha sido batizada quando criança.

2. Todos dizem que raio não cai no mesmo lugar mais de uma vez. Pois isso é pura lenda! Numa família, foram mortos o filho caçula, o pai e o avô, no jardim de casa. Os eventos aconteceram em 1899 (avô), 1929(pai) e 1949(filho).

1. Uma menina de 15 anos tem gêmeos e os entrega para a doação, separando-os. 39 anos depois, um dos filhos revira os cartórios de Ohio e descobre que o irmão está vivo. No encontro, em 9/2/79, os gêmeos descobrem como suas vidas eram parecidas: tinham o mesmo nome, eram casados com uma Betty, e a primeira mulher deles tinha o nome de Linda. Eram ótimos em matemática, mas ruins em inglês. Até a letra, pressão sanguínea e QI eram iguais. A única diferença era que o filho de um se chamava James Allen e o outro James Alan.